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(Fonte: skate-high, via in-c0gnita)


“Oh my God. Oh my God, Ross, no, hang up the phone. Give me the phone, Ross, give me the phone, give me the phone, give me the phone, give me the…”

“Oh my God. Oh my God, Ross, no, hang up the phone. Give me the phone, Ross, give me the phone, give me the phone, give me the phone, give me the…”

(via obscura-solidao)

Mãe, aguarde os meus 18 anos com muito medo.


” e quanto mais eu vejo mais vontade eu tenho de ser cego ” Cone Crew Diretoria

” e quanto mais eu vejo mais vontade eu tenho de ser cego ” Cone Crew Diretoria

(via eubrisando)

rastafare-alerta:

Entrevistador: Há quanto tempo e como se conheceram?
Eles:  O Grupo se conhece a mais ou menos 10 anos. Nós nos conhecemos da rua, das loucuras feitas em conjunto, isso foi o que gerou a amizade.
Entrevistador:  Como e quando surgiu a idéia da “ConeCrew”? Houveram tentativas de criar algo antes?
Eles: Na real, “ConeCrew”, surgiu apenas para batizar o grupo, que independente do nome, já fechava junto. Isso em meados de 2005. Nunca houve tentativa de se fazer algo antes.
Entrevistador:  Porque “ConeCrewDiretoria”?
Eles: C.O.N.E de com os neurônios evaporando, o crew, existem interpretações diferentes para a tradução, mas nós nos apegamos ao que significa “galera” e diretoria é que a principio a Crew era bem grande, então o “Diretoria” entra para batizar o grupo de rap, feito pela Crew. Tal Grupo dispõe dos idealizadores do movimento.
Entrevistador:  Por que decidiram seguir o caminho do rap?
Eles: Por que deu certo! A princípio, as músicas foram gravadas -mal gravadas- sem nenhuma pretensão de repercussão. E como dizem: “Em time que está ganhando não se mexe”.
Entrevistador:  A ConeCrew é hobbie ou é profissão?
Eles:  HOJE é profissão.
Entrevistador:  Vocês estão mudando a maneira de pensar e agir de muita gente por aí, isso era esperado? O que acham  disso?
Eles: Realmente isso não era esperado. O que acontece é que a gente teve coragem e disposição de falar no microfone o que muita gente pensa, mas por questão de repressão e censura, acabam se calando. Acredito que a gente não mude o pensamento das pessoas, apenas as encorajamos para enfrentar a repressão.
Entrevistador:  O som de vocês não possui barreiras, ou seja, as letras da Cone estão na ponta da língua de todos, independente de classe social ou raça, vocês enxergam isso como uma grande conquista?
Eles: Sim. Isso é que motiva o grupo a continuar.
Entrevistador:  A exclusão do rap na cultura e o preconceito estão caindo ou isso ainda é um problema?
Eles: Isso não existe. Na maiorias das vezes, são os próprios “rappers” que tem preconceito uns com os outros, o público do RAP, infelizmente, é um dos públicos mais preconceituosos com outros estilos musicais, o próprio “rapper” se exclui da cultura musical, se limitando apenas a “cena undergroud”. Tanto isso não existe, que hoje, muitos grupos e Mc’s estão se apresentando em eventos jovens, dividindo o palco com bandas de rock, funkeiros, e etc …
Entrevistador: De onde surgem as idéias e temas das músicas?
Eles: Da vida que a gente vive.
Entrevistador:  No brasil, a falta de organização do nosso governo e todos os problemas decorrentes a isso são coisas que todos nós sabemos e convivemos, mas a grande maioria se mantém calada. Em algumas de suas músicas vocês procuram retratar esse fato e isso pra vocês gera um impacto bom?
Eles:  As pessoas se mantém reféns dos governantes e as vezes nem percebem, o nosso papel é alertá-las, acredito que um “impacto bom” ocorreria se houvesse uma grande mobilização popular reivindicando os direitos humanos.
Entrevistador: Ainda vale a pena lutar pela legalização da Cannabis?
Eles: Sim, e nós lutaremos até a morte!
Entrevista de Davi Fernandes, adaptado por Katherine Sério.

rastafare-alerta:

Entrevistador: Há quanto tempo e como se conheceram?

Eles:  O Grupo se conhece a mais ou menos 10 anos. Nós nos conhecemos da rua, das loucuras feitas em conjunto, isso foi o que gerou a amizade.

Entrevistador:  Como e quando surgiu a idéia da “ConeCrew”? Houveram tentativas de criar algo antes?

Eles: Na real, “ConeCrew”, surgiu apenas para batizar o grupo, que independente do nome, já fechava junto. Isso em meados de 2005. Nunca houve tentativa de se fazer algo antes.

Entrevistador:  Porque “ConeCrewDiretoria”?

Eles: C.O.N.E de com os neurônios evaporando, o crew, existem interpretações diferentes para a tradução, mas nós nos apegamos ao que significa “galera” e diretoria é que a principio a Crew era bem grande, então o “Diretoria” entra para batizar o grupo de rap, feito pela Crew. Tal Grupo dispõe dos idealizadores do movimento.

Entrevistador:  Por que decidiram seguir o caminho do rap?

Eles: Por que deu certo! A princípio, as músicas foram gravadas -mal gravadas- sem nenhuma pretensão de repercussão. E como dizem: “Em time que está ganhando não se mexe”.

Entrevistador:  A ConeCrew é hobbie ou é profissão?

Eles:  HOJE é profissão.

Entrevistador:  Vocês estão mudando a maneira de pensar e agir de muita gente por aí, isso era esperado? O que acham  disso?

Eles: Realmente isso não era esperado. O que acontece é que a gente teve coragem e disposição de falar no microfone o que muita gente pensa, mas por questão de repressão e censura, acabam se calando. Acredito que a gente não mude o pensamento das pessoas, apenas as encorajamos para enfrentar a repressão.

Entrevistador:  O som de vocês não possui barreiras, ou seja, as letras da Cone estão na ponta da língua de todos, independente de classe social ou raça, vocês enxergam isso como uma grande conquista?

Eles: Sim. Isso é que motiva o grupo a continuar.

Entrevistador:  A exclusão do rap na cultura e o preconceito estão caindo ou isso ainda é um problema?

Eles: Isso não existe. Na maiorias das vezes, são os próprios “rappers” que tem preconceito uns com os outros, o público do RAP, infelizmente, é um dos públicos mais preconceituosos com outros estilos musicais, o próprio “rapper” se exclui da cultura musical, se limitando apenas a “cena undergroud”. Tanto isso não existe, que hoje, muitos grupos e Mc’s estão se apresentando em eventos jovens, dividindo o palco com bandas de rock, funkeiros, e etc …

Entrevistador: De onde surgem as idéias e temas das músicas?

Eles: Da vida que a gente vive.

Entrevistador:  No brasil, a falta de organização do nosso governo e todos os problemas decorrentes a isso são coisas que todos nós sabemos e convivemos, mas a grande maioria se mantém calada. Em algumas de suas músicas vocês procuram retratar esse fato e isso pra vocês gera um impacto bom?

Eles:  As pessoas se mantém reféns dos governantes e as vezes nem percebem, o nosso papel é alertá-las, acredito que um “impacto bom” ocorreria se houvesse uma grande mobilização popular reivindicando os direitos humanos.

Entrevistador: Ainda vale a pena lutar pela legalização da Cannabis?

Eles: Sim, e nós lutaremos até a morte!

Entrevista de Davi Fernandes, adaptado por Katherine Sério.

(Fonte: )

(Fonte: th1s1snottheend, via brbis)

rap-na-pauta4e20:

Faz frio em São Paulo, pra mim tá sempre bom
Eu tô na rua de bombeta e moletom
Racionais MC’s

rap-na-pauta4e20:

Faz frio em São Paulo, pra mim tá sempre bom

Eu tô na rua de bombeta e moletom

Racionais MC’s

(via ivalentim)